São Silvestre 2015 (assunto velho, mas post novo)

(Não sei porque não terminei este post!!! Acabei de olhar a pasta de rascunhos e vou fazer um rapa!!! A nova São Silvestre já tá quase chegando… Affff… o ano está voando!!!)

Por motivos de estudante, não foi possível me inscrever na São Silvestre 2015.

Gente, 145 Dilmas por pessoa do casal, não rolou… 😂😂😂😂😂  eu, como ministra do orçamento aqui de casa, não aprovei a despesa.

Como não viajamos no Réveillon, por motivos de marido stressado com muvuca, em 2014 eu tinha planejado correr a São Silvestre pra sempre, mas não tive coragem de fazer as inscrições… 290 reais é muito dinheiro, né?

Como o barato é correr, não ia fechar o ano sem fritar as canelas!

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Não tô morta não!

… VOLTEI!

Gente, quem disse que ser esposa, filha, estudante, dona de casa, corredora, bailarina, mãe de cachorro e blogueira ia ser fácil!

Me lasquei! Meu bloguinho ficou abandonado!

Eu, geralmente, fico surtada no final de ano, agora imaginem com provas finais do primeiro semestre de uma graduação totalmente diferente, após quase 10 anos de conclusão da pós graduação em TI? Até porque eu mesma estou me cobrando demais, com o pensamento clássico: “já que não estou trabalhando, preciso arrasar na facu!” (nota mental: fia, pega leve, senão, você vai morrê até o final do curso!)

Então, entre, fazer trabalhos, estudar pra provas, cuidar da casa, bichos, marido, alimentação, treinos, espetáculo de final de ano do ballet, o blog foi cruelmente abandonado… Uma pena, pois a energia positiva de vocês, sempre ajuda a gente a ter mais pique pra ultrapassar as pedras do caminho.

Falando em pedra, fiz uma cagada daquelas! Claro, para a senhora megerinha, né?

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O click…

Várias vezes me perguntei quando foi o momento que “não estava mais me divertindo” com esse negócio de computador. Até o momento, acho que a resposta está lá em 2008, depois de terminar a pós graduação e tudo mais…

Vamos fazer uma retrospectiva rápida?

Para quem está chegando agora, comecei a estudar TI em 1995, quando iniciei meu segundo grau técnico na Escola Técnica Estadual Professor Camargo Aranha, depois de um concorridíssimo vestibulinho de apenas 80 vagas para Processamento de Dados. Velhos tempos de inteligência… rs… Mais de 5000 candidatos para os 4 cursos oferecidos no Camargo Aranha e eu passei em 15º lugar na classificação geral. Fiz 42 pontos de 50. Graças a Deus e a muito estudo ao lado da minha amiga Tatiana Cristina de Paula Coimbra! Nome de rica, né? Mas de ricas só tínhamos a saúde e a força de vontade! Estudamos a vida toda em escola pública e tivemos que rachar para passar na prova e conquistar nosso lugar nas tão desejadas ETEs (hoje se chamam ETECs). Ela na ETEGV (em 17º geral, confere?) e eu na ETECA.

Viva nóis, Thaty!!!! \o/

Hoje, ETEC Camargo Aranha, na italianíssima Mooca.

Hoje, ETEC Camargo Aranha, na italianíssima Mooca.

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Homens ao mar!!!

Segunda-feira, dia 18, fui toda linda me matricular na natação. A ideia era aprender algo nestes dois meses antes das aulas de natação da facul começarem, para facilitar um pouco a minha vida de estudante. Então, optei por fazer um plano mensal de duas vezes por semana, quarta e sexta as 7h45!

Na terça, fui comprar meu kit nadadora, toda animadona! Estava preocupada com a história de como proteger meus cabelos. Não queria que meu cantinho da química (relaxamento, luzes, etc) entrasse em contato com o cloro da piscina. Aí, o Val me disse que a touca de silicone não entra água, porém, mastiga o cabelo… E agora? Quem poderá me defender?

“Euuuuu, a Paula da Speedo!”

Fui na Speedo da Rua Augusta e encontrei a Paula, uma vendedora fofa e de cabelão lindo, que me ensinou o esquema que ela faz. Ela coloca todo o cabelão numa touca de tecido e depois veste a touca de silicone por cima para não molhar! Pronto! Cabelos secos, protegidos e sem quebrar. Obrigada, sua linda!

Kit prontíssimo para arrasar

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Gente, que loucura…

… nem sei por onde começar… ajuda?

Sei lá, neste primeiro post, vou falar um pouquinho do meu passado negro.

Fui uma criança gigante e descoordenada. Com 10 anos já calçava mais que a minha mãe, número 37.

Estudante de escola pública, fiquei pós graduada em jogos de queimada nas aulas de Educação Física. Até que na 7ª série, apareceu a professora Marcela (minha xará linda) que nos ensinou a jogar vôlei! Yessss… Eu não era das melhores, porque era muito tímida e morria de medo de errar, mas num campeonato inter-escolas da região, meu time ficou com medalha de bronze! Até que quebrava um galho!

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