Punta Del Frozen – Uma Corrida Congelante – Parte II

Bem, agora começa a diversão! Ou não…

Fizemos o aquecimento com o pessoal do evento, que tinha um boy magia comandando, mas ele foi se empolgando cada vez mais e acabou que o aquecimento virou um show de “desce tudo até o chão” :-O

Fomos nos posicionar para a largada. Primeiramente largariam os maratonistas (42 km) às 7h e os 21 km às 7h15.

Achamos umas pacers com plaquinha de 2h05 e colamos nelas. Para quem não sabe, esses pacers são corredores da organização que correm controlando o tempo para que nós corredores da prova possamos concluir a corrida no tempo exato que está na plaquinha. Em julho eu tinha feito 2h14 na meia da Asics, economizando super por causa da subida da Brigadeiro e terminei sobrando perna, dando um sprint a 5:20 min/km nos últimos 300 m. Ou seja, achei que 2h05 seria um plano ambicioso, mas, pela altimetria da prova, seria viável!

E foi dada a largada!

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São Silvestre 2015 (assunto velho, mas post novo)

(Não sei porque não terminei este post!!! Acabei de olhar a pasta de rascunhos e vou fazer um rapa!!! A nova São Silvestre já tá quase chegando… Affff… o ano está voando!!!)

Por motivos de estudante, não foi possível me inscrever na São Silvestre 2015.

Gente, 145 Dilmas por pessoa do casal, não rolou… 😂😂😂😂😂  eu, como ministra do orçamento aqui de casa, não aprovei a despesa.

Como não viajamos no Réveillon, por motivos de marido stressado com muvuca, em 2014 eu tinha planejado correr a São Silvestre pra sempre, mas não tive coragem de fazer as inscrições… 290 reais é muito dinheiro, né?

Como o barato é correr, não ia fechar o ano sem fritar as canelas!

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Não tô morta não!

… VOLTEI!

Gente, quem disse que ser esposa, filha, estudante, dona de casa, corredora, bailarina, mãe de cachorro e blogueira ia ser fácil!

Me lasquei! Meu bloguinho ficou abandonado!

Eu, geralmente, fico surtada no final de ano, agora imaginem com provas finais do primeiro semestre de uma graduação totalmente diferente, após quase 10 anos de conclusão da pós graduação em TI? Até porque eu mesma estou me cobrando demais, com o pensamento clássico: “já que não estou trabalhando, preciso arrasar na facu!” (nota mental: fia, pega leve, senão, você vai morrê até o final do curso!)

Então, entre, fazer trabalhos, estudar pra provas, cuidar da casa, bichos, marido, alimentação, treinos, espetáculo de final de ano do ballet, o blog foi cruelmente abandonado… Uma pena, pois a energia positiva de vocês, sempre ajuda a gente a ter mais pique pra ultrapassar as pedras do caminho.

Falando em pedra, fiz uma cagada daquelas! Claro, para a senhora megerinha, né?

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O click…

Várias vezes me perguntei quando foi o momento que “não estava mais me divertindo” com esse negócio de computador. Até o momento, acho que a resposta está lá em 2008, depois de terminar a pós graduação e tudo mais…

Vamos fazer uma retrospectiva rápida?

Para quem está chegando agora, comecei a estudar TI em 1995, quando iniciei meu segundo grau técnico na Escola Técnica Estadual Professor Camargo Aranha, depois de um concorridíssimo vestibulinho de apenas 80 vagas para Processamento de Dados. Velhos tempos de inteligência… rs… Mais de 5000 candidatos para os 4 cursos oferecidos no Camargo Aranha e eu passei em 15º lugar na classificação geral. Fiz 42 pontos de 50. Graças a Deus e a muito estudo ao lado da minha amiga Tatiana Cristina de Paula Coimbra! Nome de rica, né? Mas de ricas só tínhamos a saúde e a força de vontade! Estudamos a vida toda em escola pública e tivemos que rachar para passar na prova e conquistar nosso lugar nas tão desejadas ETEs (hoje se chamam ETECs). Ela na ETEGV (em 17º geral, confere?) e eu na ETECA.

Viva nóis, Thaty!!!! \o/

Hoje, ETEC Camargo Aranha, na italianíssima Mooca.

Hoje, ETEC Camargo Aranha, na italianíssima Mooca.

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Série Delta – Etapa Alemanha

As baixas começaram…

Minha última prova foi a Meia Maratona Mizuno, dia 14 de junho, que dividi com o meu amigo Gazetta. A próxima do calendário seria a Série Delta, que aconteceu neste último domingo, dia 26 de julho.

Foi no dia seguinte à Mizuno que fui ao ortopedista, que solicitou imobilização do tornozelo por 70 dias.

Durante todos estes dias, entre as duas provas, estive numa montanha russa de emoções. Chorei por 2 dias depois da consulta, por saber que alguém por tanto tempo imobilizada ficaria praticamente inválida ao retirar o Aircast. Mas logo depois achei o querido Fábio, da Sports Clinic, e criei novas esperanças de me recuperar rápido e continuar com o planejamento do ano, principalmente não perder a Meia de Buenos Aires, que nunca foi um sonho, porque eu nem me imaginava correndo 10 km, muito menos 21 km, mas agora, com tanto vai e vem, a prova está se tornando um sonho maior que o sonho da casa própria… Huahuahuahua

Depois de várias sessões de fisioterapia e repouso, começamos a fazer exercícios de fortalecimento para voltar às pistas. Até que no começo do mês de julho, o Fábio liberou uns treinos leves, só no trotinho paquera… Até aí, uma fisgadinha no começo do treino e alguma no final, era o máximo que eu sentia. Como no início de tudo, que só doía quando usava.

Mas até que um belo dia, a bendita dor chegou para ficar. Agora “só” dói quando eu respiro (tipo agora, enquanto eu escrevo este post).

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