As Corridas Mará de 2017

(Vexiii… 4 meses ausente)

Vamos lá!

A ideia neste momento é contar as aventuras das corridas de 2017, já que estou pensando no calendário 2018. Em 2017 realizei vários sonhos de corridas, as oportunidades foram aparecendo e eu não dispensei nenhuma! 😀  Como, por exemplo, a Volta ao Cristo, que é um espetáculo de corrida com uma montanha pra “escalar”; a Volta à Ilha (Florianópolis), da série #viajarparacorrer, que não achei que teria esta oportunidade tão cedo, mas fui contemplada com uma vaguinha em 2017 e foi incrível! ❤ Dentre outras…

Então, o que vou tentar fazer para não ficar muuuito longo é contar quais foram elas aqui neste post, e depois vou tentar fazer um post para cada. (Não sei se vou dar conta, mas a ideia neste momento é esta! hahahaha)

Empecemos…

Medalhinhas do ano, com pódio e tudo mais

Da esquerda pra direita, lá na fileira de riba: Volta ao Cristo em janeiro, Volta à Ilha em abril, Tribuna em maio, Circuito das Estações em julho, SP City Marathon no final de julho, Campeonato de Atletismo Masters (pódio com prata nos 5000 m e bronze nos 1500 m) em agosto, Pé na Estrada da Corre Brasil ( com troféu e tudo, 3º lugar feminino nos 12 km), a W21K – meia maratona só pra mulheres em outubro, Meia Maratona de revezamento do SESC no primeiro domingo de dezembro e a tradicionalíssima Corrida Sargento Gonzaguinha pra encerrar o calendário em dezembro.

A primeira do calendário 2017 foi a Volta ao Cristo (não, não é no ErreJota… É em Minas Gerais, uai! Em Poços de Caldas). Fiz um post dela logo depois que corri. Foram muitas aventuras e você já pode ver história detalhada aqui. (Certamente, será a mais detalhada de todas, já que sou caduca e, por não ter feito os posts em tempo, vou esquecer de falar um monte de coisas legais das outras… mas é o que temos, néam?)

Aí, em fevereiro teve um teste de 3000 m da Corre Brasil lá na USP. E pela primeira vez na televisão subi no Monte Olimpo da Z/O!!! Aeaeaeaeaea…

3000 m mais rápidos do ano

Era Carnaval e por isso rolou uma Carna Run com os amigos da assessoria. Corremos fantasiados, eu meio que de bailarina com um calor da peste… huahuahuahauhau… Foi muito engraçado ver os loucos tudo fantasiados botando os bofes pra fora no teste insano de 3000 m. Fiz  o meu melhor tempo do ano, 14 mim e 24 seg. Em junho repetimos o teste, mas eu estava zoada no dia e só consegui fazer 14:42. Depois repetimos em outubro e deu 14:27, com Monte Olimpo novamente (mas segundo o professor “com a menor piora” hahahahaha).

Em outubro, no Monte Olimpo

Seguindo nas medalhinhas… a segunda foi a Volta à Ilha, em Floripa. É uma prova encantadora, que sempre desejei, mas ia ser difícil conseguir porque para correr nela você precisa de uma equipe que tenha uma vaga cativa, não é só chegar e se inscrever. Um amigo do Augusto emprestou a vaga para nós! Montamos uma equipe linda de 10 pessoas e fomos lá ser felizes! Foi a mais emocionante do ano, o tal espírito de equipe é fundamental e dá friozinho na barriga só de lembrar, você corre pelos seus amigos, é muito louco! João, muito obrigada pela oportunidade. Logo mais um post detalhado dela! (Vamos ver como está minha memória? Vai ser divertido relembrar!)

A próxima é outra corrida tradicionalíssima. É chamada por muitos de a São Silvestre de Santos pela tradição, mas achei bem diferente, apesar dos 20 mil inscritos. Ela é muuuuuuuuuito mais organizada! É a 10 KM Tribuna FM-Unilus.  Só pra ter uma noção, ela teve 4 mil inscritos só no primeiro dia de abertura das inscrições; se você não “corre” pra se inscrever, fica sem! A pegada não é a festa, é correr desembestado pra quebrar record pessoal. É uma prova plana e excelente para correr feito louco. E aí? Bati RP ou não? Veremos, teremos post dela também.

A Tribuna foi dia 21 de maio, aí fiquei na preparação para a SP City Marathon (minha prova alvo) que era só em 29 de julho. No meio apareceu esta Circuito das Estações de 16 km, porque o professor ia montar tenda de apoio para a empresa que eu trabalhava, a Certisign, aí me chamou pra ir também. Me inscrevi pra ela e no meio da inscrição pareceu um mega desconto para os 21 km em 27 de setembro, me joguei também. Chegado o dia, lá fui eu pros 16 km, mas, uma semana antes, peguei um resfriado de ficar afônica e tudo de tanto tossir. Affffff… tava me recuperando ainda, aí falei pro professor se devia ir ou não.

“tá com febre?”, ele
“não!”, eu
“Então, manda ver!”

… fui … mais detalhes no post sobre ela! 😉

Finalmente, dia 29 de julho chegou, dia da maravilhosa SP City Marathon! Na minha humilde opinião, é a melhor prova do circuito de meias maratonas (nunca corri a Golden, mas acho que deve ser igual). Super organizada, desde a feira na retirada dos kits até o dia da prova em si. Gosto demais e acabei de me inscrever para a minha terceira edição dela, mas não sei ainda qual mais fazer em 2018. (Fui contemplada com minha cólica de arrepiar no primeiro dia ano, que delícia!!! Dormi super mal e estou de bode master sem saber o que planejar pro calendário deste ano, só penso em me manter viva neste momento). Esta eu preciso fazer o post especial com certeza, ela é muito boa e tenho zilhões de fotos legais, pois é um dos serviços que ela oferece! ❤

Depois dela, em agosto, mais precisamente no dia dos pais, aconteceu o 49º Campeonato Estadual Caixa de Atletismo Master na pista do Ibirapuera. Fui sem pretensão nenhuma!!! Saí de lá com 2 pódios (2º lugar nos 5000 m e 3º lugar nos 1500 m) ! Muuuuuuuuito emocionante. Também com muita história pra contar…

Em setembro, tinha a tal meia do Circuito das Estações que comprei na promoção que falei ali  em cima, né? Mas estava matriculada numa pós graduação da USCS sobre Treinamento HIIT e como a confirmação de turma demorou muito pra vir, passei a inscrição para uma amiga da assessoria, pois a pós tinha previsão de início no final de semana desta prova. Por fim, na semana da prova (e do início da pós), informaram que não tinham formado a turma e fiquei sem pós e sem esta meia maratona num circuito que eu não corri ainda. 😦

Todo feriado de Nossa Senhora da Aparecida, 12 de outubro, o professor monta uma corrida lá na Estrada Velha de Santos. Este ano fui de 12 km, e não é que consegui um podiozinho também??? Esta prova teve um super contratempo e acabei recebendo meu troféu no Pronto Socorro de São Bernardo!!! Afffff…. que susto!!!! Conto no post dela!

(Ufaaaaaaa… Que ano! Tá quase acabando! Bora…)

Em outubro, a W21K, prova que fui impedida de correr em 2015 por causa de uma lesão, que nem era lesão mesmo, era tudo reflexo da minha escoliose e após 3 meses e meio de fisioterapia sem sucesso, eu voltei pra RPG e resolvi a parada, mas aí eu já tinha perdido a prova. Este ano, lá fui eu buscar a prova perdida! É boa, mas não foi tudo aquilo que imaginava, muuuuitos quilômetros dentro da USP e eu detesto correr lá! Aí, a corrida não rende… mesmo assim, consegui um RP muito especial. Agora ela também se torna uma corrida que merece um post lindo.

Depois desta, começaram as dores de cabeça na faculdade, rolo com contrato do estágio no SESC, final de estágio escolar, ENADE, trabalhos finais, brigas, berros e desespero. Os treinos são colocados em segundo plano e acabo perdendo o foco no meu esporte. Lá se vai o condicionamento construído ao longo de um ano incrível.

Porém, pra não desandar de vez, conversei com o professor sobre fazer a Sargento Gonzaguinha em dezembro, que eu tinha corrido no ano passado na mesma condição de final de ano fiasco. E lá fui eu me inscrever.

Um dia, lá na faculdade, o professor Allan nos convidou para a Meia Maratona de Revezamento do SESC Ipiranga, chamei uns 2 colegas, que ficaram fazendo cu doce e no final lembrei do Mozart, um colega maratonista que corre muito! E lá fomos nós de dupla um final de semana antes da Gonzaguinha. Ambas foram boas demais! Deu pra ver que nem tudo estava perdido no final de ano atropelado. Foi ótimo para a auto estima!

E assim terminou meu incrível ano de corridas! Suspeito que será difícil superá-lo em 2018! hahahahaha…

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E FELIZ ANO NOVO, AMIGOS QUERIDOS!!!

 

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Vou contar só porque a Gracie é uma fofa

Momento inspiração nos esportes 😍😍😍

Às sextas, temos a aula de Práticas Educativas na facu. Acho que será uma matéria bem bacana para diversificar nosso repertório como professores, porque iremos vivenciar diversos esportes diferentes do famoso “quarteto fantástico” (voleibol, basquetebol, futsal e handebol). Dentre eles teremos: frisbee, streetball, beisebol, badminton, tchoukball, etc… Até uns que nunca tinha ouvido falar: sepakta craw, punhobol e beach handball. 😲😲😲

E dentre os conteúdos, também estavam previstos dois filmes para serem assistidos. O primeiro é o assunto deste post que vou contar pra vocês. Continuar lendo

O Show da Bródi

Faz tempo que estou querendo montar uma coluna para contar umas histórias rápidas, mas não sei ser concisa… rs

Vou tentar hoje.  Se der certo, vamos tentando postar mais vezes pro blog não ficar abandonado, e vai ser muito engraçado! É cada história que eu deixo de contar, que vocês nem imaginam…

Seguinte: temos um trabalho de dança (meu ponto forte #sqn) pra apresentar amanhã, mas faz quase um mês que a professora oficializou a avaliação e gritou “valendooo”! (Foi o que pareceu, porque foi uma correria, uma vontade de fazer, histórias e ideias voando pra todo lado, que olha, fiquei surpresa!)

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Suando e Cantando

Neste semestre (4º semestre jááááá!) teremos uma matéria na faculdade chamada Atividades Rítmicas e já no primeiro dia de aula discutimos a importância da música como estímulo à prática de atividades físicas.

A Roberta, uma amiga da sala, comentou que as aulas de spinning da academia que ela frequenta são legais quando o professor combina as batidas das músicas com o ritmo dos estímulos durante a aula, ou seja, quando precisa pedalar mais forte, a música tem uma batida mais pesada e mais lenta, quando precisa de velocidade no pedal, a música tem que ser mais rápida. Porém, disse também, que apenas um professor se preocupa em montar a aula “combinandinho” com os estímulos que pretende aplicar, os demais usam as músicas apenas como plano de fundo.

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Como subir na vida em menos de 2 horas

Minhas duas últimas provas foram a Meia de Punta Del Este (setembro/2016) e a Sargento Gonzaguinha (dezembro/2016).

A de Punta, vocês já viram que não foi lá muito divertida, né? E a Gonzaguinha foi até legal, consegui melhorar meu tempo nos 15 km, porque o tempo todo tem alguém te ultrapassadando! É desesperador! O povo é muito rápido! Mas não é uma prova lá muito bonita… O trajeto é pelo “cinza sujeira” da Marginal e mediações. Acho que o Dória ia gostar. 😛

A Volta do Cristo acontece em Poços de Caldas – MG e domingo passado aconteceu a sua 35ª edição! É a queridinha dos corredores mais brutos que gostam de sofrer, porque o negócio é pauleira! São 16 km no total e destes, 4 km são de subida “paredão” até chegar ao Cristo e uma descida trail de 5km, com muita erosão e mais íngreme que a subida “paredão”… Affff…

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Punta Del Frozen – Uma Corrida Congelante – Parte II

Bem, agora começa a diversão! Ou não…

Fizemos o aquecimento com o pessoal do evento, que tinha um boy magia comandando, mas ele foi se empolgando cada vez mais e acabou que o aquecimento virou um show de “desce tudo até o chão” :-O

Fomos nos posicionar para a largada. Primeiramente largariam os maratonistas (42 km) às 7h e os 21 km às 7h15.

Achamos umas pacers com plaquinha de 2h05 e colamos nelas. Para quem não sabe, esses pacers são corredores da organização que correm controlando o tempo para que nós corredores da prova possamos concluir a corrida no tempo exato que está na plaquinha. Em julho eu tinha feito 2h14 na meia da Asics, economizando super por causa da subida da Brigadeiro e terminei sobrando perna, dando um sprint a 5:20 min/km nos últimos 300 m. Ou seja, achei que 2h05 seria um plano ambicioso, mas, pela altimetria da prova, seria viável!

E foi dada a largada!

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Punta Del Frozen – Uma Corrida Congelante

Vamos falar de coisas congelantes pra ver se dá uma refrescada?! 😉

Após 4 meses de descongelamento, já sinto as pontas dos dedos para poder contar como foi a Meia de Punta Del Este, que aconteceu no 18 de setembro do ano passado, minha última e traumática meia maratona.

Segue o livro… pega a pipoca…

Fiz a inscrição no comecinho de 2016, por esses dias faz um ano. Estava morrendo de vontade de participar desta prova porque adoro a cidade, é planinha e fresquinha e porque viajar pra correr é tudo de bom, né?

Agitei as coisas tudo, coloquei no calendário do ano, combinei com o treinador, o querido professor Augusto, e bora treinar. Até chegar nela, fiz outras duas meias e muuuuuitos quilômetros de treino pensando nela. Era a prova do ano, se não, a prova da vida!

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Balanço do primeiro ano de aposentadoria

Caraca, o ano passou voando, ou seja, se a gente pensa demais e não toma nenhuma decisão, a vida passa e a gente está plantado no mesmo lugar, não é? (Foi o que aconteceu comigo de 2008 a 2015).

Dia 15 de maio de 2016 comemorei (ou deveria ter comemorado) UM ano da minha “aposentadoria”, foi meu último dia de trabalho como analista de sistemas na Certisign! Aposentei em grande estilo, pois gostava muito do pessoal de lá (ou quase todos… hahahahaha)

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São Silvestre 2015 (assunto velho, mas post novo)

(Não sei porque não terminei este post!!! Acabei de olhar a pasta de rascunhos e vou fazer um rapa!!! A nova São Silvestre já tá quase chegando… Affff… o ano está voando!!!)

Por motivos de estudante, não foi possível me inscrever na São Silvestre 2015.

Gente, 145 Dilmas por pessoa do casal, não rolou… 😂😂😂😂😂  eu, como ministra do orçamento aqui de casa, não aprovei a despesa.

Como não viajamos no Réveillon, por motivos de marido stressado com muvuca, em 2014 eu tinha planejado correr a São Silvestre pra sempre, mas não tive coragem de fazer as inscrições… 290 reais é muito dinheiro, né?

Como o barato é correr, não ia fechar o ano sem fritar as canelas!

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Anjos da Guarda

Quando lemos mensagens clichés no Instagram e outras redes sobre “plantando o bem, o universo te retorna o bem”, nós curtimos a mensagem e nem botamos muita esperança, porque esse tipo de coisa não tem data de entrega, né? Geralmente, é investimento a longo prazo… Huahuahuahua…  Quando não a fundo perdido!

Mas eu me dei bem, a entrega veio em SEDEX 10!

Semestre passado fiquei até dia 22 de dezembro na faculdade ajudando coleguinhas a estudarem pros exames de “recuperação”, o mata-mata. O pessoal foi dedicado e obtivemos 100% de aprovação nessa turminha que ajudei!

Este semestre o bicho está pegando, eu é que estou perdida, boiando e desesperada. As matérias “de humanas” como Psicologia da Educação, Crescimento e Desenvolvimento Motor, tem me tirado o sono! Mas o que mais me apavora mesmo ainda são os esportes… Aí, meu Deus, que raiva dos meus professores de educação física da infância, que não me ensinaram a fazer um drible de basquetebol!!! Socorrooooo…

Neste semestre as matérias práticas são: Natação, Basquetebol e Habilidades Gímnicas (posso explicar em outro post, tá divertida… 😂😂😂)

Os professores de Basquetebol não são nada mais, nada menos que Picasso da Galáxia do Basquete, Cláudio Mortari e Sérgio Maroneze. Na pior combinação possível: aluna monga + professores de alta performance.

Sexta-feira passada, após a prova de Gímnica,  tinha um menino de outro semestre conversando com um pessoal da minha turma dizendo que na segunda-feira poderia ajudar a gente a estudar pra prova prática de Basquete do dia 10/05. Um monte de gente se interessou, mas quem apareceu? Só eu! Huahuahuahua Ainda bem! Aula VIP!

Gente, cheguei zero %, tipo leite zero % lactose, ou gelatina zero % açúcar, essas coisas sem graça assim, mas saí de lá bem melhorzinha, viu? Ufaaaaaaa, que alívio!

O Guilherme tem uma paciência de Jó! Além de me ensinar basquetebol, ele me ensinou que eu tenho muito a aprender no quesito professora também! Deus lhe pague, Gui!

A semana começou muito bem, obrigada!

Partiu!

Amanhã, prova de 50 m nado costas 😅😅😅😅😅😅😅😅 🏊🏊🏊🏊🏊🏊🏊🏊